Os produtores de agregados para construção civil propuseram ao Ipem (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo) e ao SindusConSP (Sindicato da Indústria da Construção) um modelo de comercialização de pedra britada e areia pelo sistema de venda a peso, em vez do atual sistema de venda por volume. A Anepac (Associação Nacional das Entidades de Produtores de Agregados para a Construção Civil), representante do setor, defende que o novo modelo é uma prática mundialmente adotada e acabaria com a contradição entre o peso estimado por meio do cálculo do volume contido na caçamba dos veículos e o peso efetivamente aferido nas balanças da fiscalização das rodovias estaduais. Algumas construtoras, no entando, se opõem à mudança, justificando que não dispõem de balanças para conferir se o peso alegado está correto. Além disso, toda metodologia de aferição e cálculo do CUB está baseada na medição da areia e da brita por volume, e uma mudança somente poderia ser feita por meio de mudança da Norma Brasileira que regulamente a matéria.
TÉCHNE Julho de 2009