Tubos
e Aduelas
de Concreto
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História dos Tubos

O estudo da evolução dos serviços de esgotos, desde antes de Cristo até a atualidade, presta-se ao relato de fatos curiosos e interessantes. Nos primeiros tempos encontram-se os preceitos de higiene intimamente relacionados com a religião.

Encontram-se também obras de grande vulto, executadas com o sacrifício de gerações, e que se destinavam mais à proteção, ao conforto e a ostentação do que ao saneamento na moderna acepção da palavra. No Brasil merecem especial menção a iniciativa tomada no período do império, dotando a cidade do Rio de Janeiro de modelar serviço de esgotos, antes de Nova Iorque, Praga, Berlim e Buenos Aires e a obra de Saturnino de Brito, que deu ao país posição de destaque no saneamento urbano, no princípio do século passado (Azevedo Netto, 1959).

Do ponto de vista da indústria de tubos de concreto, a história pode ser organizada em quatro períodos conforme segue:

Período pré-1800
Na cidade de Nippur, situada na Índia, foi executada a primeira galeria de esgotos e drenagem em forma de arco, por volta de 3750 a.C, em Tell-Asmar, nas proximidades de Bagdá, em 2600 a.C., foi executado um conduto subterrâneo para esgotamento das águas servidas e em Roma, a construção da "cloaca máxima", coletor tronco com diâmetro máximo de 4,30m, destinado a coletar as águas pluviais e residuárias (Azevedo Netto, 1959).

Estas canalizações tinham a finalidade de remover a água de chuvas e por isso os despejos eram depositados nas ruas onde se acumulavam nas calçadas até que fossem conduzidos para as canalizações através das chuvas (PCA, 1968).

Como resultado deste tipo de atitude, após as chuvas as ruas se tornavam verdadeiros pântanos, com um lodo viscoso e agressivo a saúde, composto por esgoto e lixo cujo cheiro fétido era inacreditavelmente penetrante e irritante (ACPA, 1980).

Esta condição permaneceu até o início do século XIX, quando sistemas de distribuição de água tornaram possível o uso da água para conduzir os despejos das grandes cidades, tornando-as mais limpas e criando melhores condições de saúde e estética (ACPA, 1980).

Período de 1800 a 1880
Este período é caracterizado como o período em que aconteceu o nascimento da indústria de tubos de concreto, em função das exigências do ponto de vista de saúde pública por água e tratamento dos despejos, e necessidades na área de transportes, irrigação e drenagem. No início da década de 1840, em Hamburgo na Alemanha, foi implantado o primeiro e moderno coletor de esgotos, construído pelo Engenheiro inglês W. Lindley (Azevedo Netto, 1959), onde as ligações domiciliares eram feitas diretamente a linha.

A mais antiga informação de instalação de tubos de concreto para esgoto sanitário nos Estados Unidos refere-se a 1842 em Mohawk, Nova Iorque (ACPA, 1980).

Em 1867, foram inventados em 1867 pelo francês J. Monier (Azevedo Netto, 1959), os tubos de concreto armado.

No Brasil a primeira rede de esgotos construída foi iniciada na cidade do Rio de Janeiro em 1857 e concluída em 1864. Com a execução desta obra o Rio de Janeiro se tornou a quinta cidade do mundo a ter iniciado a construção de sistema de esgotos sanitários, compreendendo redes coletoras e instalações de tratamento.

Período de 1880 a 1930
Nesse período aconteceram grandes avanços como a modernização dos projetos e técnicas de construções de redes de esgotos e galerias de águas pluviais, produção de tubos de concreto pela indústria. Estes avanços incluíram o desenvolvimento de teorias hidráulicas, conceitos sobre cargas atuantes no tubo, e normas para materiais e ensaios (ACPA, 1980).

Em relação a resistência dos tubos (cargas atuantes), foram desenvolvidas e testadas nas três primeiras décadas do século XX, por pesquisadores da Universidade do Estado de Iowa, as teorias para estimar as cargas atuantes sobre um tubo enterrado. O conceito original desenvolvido por Marston e Anderson e publicado em 1913 foi aprimorado por Marston e Talbot. Logo em seguida Marston se uniu a M. G. Spangler e W. J. Schlick para continuar o trabalho de avaliação das cargas de projeto e, em 1930, Marston publicou "The Theory of External Loads on Closed Conduits in The Light of The Latest Experiments" (ACPA, 1980).

Em relação à qualidade dos tubos de concreto, muito foi feito nos primeiros anos do século XX. O maior fórum destes estudos foi a American Society for Testing and Materials - ASTM. A história da padronização dos tubos de concreto começou com a fundação da ASTM em 1898, através do comitê de estudo C-4, que foi um dos primeiros a tratar sobre tubos, e precursor do comitê C-13 que trata sobre tubos de concreto (ACPA, 1980).

Em setembro de 1924 foi realizado o primeiro teste de resistência a compressão, em um tubo de concreto de 700 mm de diâmetro por 1,50 m de comprimento, na fábrica da Companhia Americana de Produtos de Concreto, situada em Neville Island.

Devido à reconhecida necessidade de melhoria de qualidade e capacidade de produção da indústria, foi formada, em 23 de janeiro de 1907, a "INTERSTATE CEMENT TILE MANUFACTURES ASSOCIATION", que em 1914 passou a ser denominada "AMERICAN CONCRETE PIPE ASSOCIATION - ACPA". (Azevedo Netto, 1959).

Período posterior a 1930
Nos anos seguintes aos anos de depressão e segunda guerra mundial a produção de tubos de concreto cresceu de forma significativa. Como exemplo, somente nos Estados Unidos a produção anual dobrou para quatro milhões de toneladas/ano até 1950, alcançando um nível de produção de mais de dez milhões de toneladas/ano até 1970. Até o meio da década de 70 o valor anual de comercialização da produção excedia um bilhão de dólares.

Nos Estados Unidos em função do aumento nas restrições com relação à poluição de rios, com atenção especial na coleta e tratamento de esgotos, os produtores de tubos de concreto tiveram que melhorar a durabilidade, resistência, uniformidade nas dimensões e juntas, visando garantir um bom alinhamento no assentamento dos tubos e juntas estanques (ACPA, 1980).

Na Europa devido a crise que o continente atravessou entre o final da década de 1980 até 1995, o mercado de tubos de concreto foi afetado de forma bastante intensa. Em função desta crise os fabricantes de tubos foram obrigados a diminuir custos e com isto forçaram os fabricantes de equipamentos a desenvolverem máquinas que possibilitassem a diminuição de espessura de parede dos tubos, diminuição nos custos de manutenção e maior flexibilidade na produção, visando diminuir o trabalho de ajuste na produção de diferentes diâmetros de tubos de concreto (André, 1995).

Embora muitas das teorias tenham sido desenvolvidas antes de 1930, pesquisas posteriores a este período contribuíram enormemente para o aprimoramento da qualidade dos tubos de concreto.

No inicio da década de 1950 as juntas dos tubos de concreto que eram executadas com argamassa tiveram uma grande evolução e passaram a ser executadas através do uso de anéis de borracha de vários tipos.
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